Após uma semana de pesquisas informais com potenciais usuários, a equipe se reuniu novamente para a decisão final sobre o nome. Os resultados foram conclusivos:
– “BitSena” teve reconhecimento imediato e associação positiva em 78% dos entrevistados
– “BitLoto” apresentou boa aceitação, mas menor impacto emocional
– “Mineiro” gerou confusão em alguns grupos, sendo associado à mineração tradicional
Por unanimidade, o nome “Bitsena” foi oficialmente adotado para o projeto, consolidando a estratégia de posicionamento como uma alternativa digital, descentralizada e moderna à tradicional Mega-Sena. Esta decisão também confirmou o nome do token como BTS, criando uma identidade coesa para todo o ecossistema.

A pesquisa também revelou um interesse significativo no modelo econômico do token BTS, com muitos entrevistados expressando entusiasmo pela ideia de receber 2,1 tokens com cada equipamento adquirido. O conceito de que 30% a 50% do valor de cada venda seria direcionado para pools de liquidez do token foi percebido como um diferencial importante, oferecendo uma segunda via de potencial retorno além da mineração.
Durante esta reunião, também decidiu-se incorporar uma especialista em segurança cibernética à equipe. Carolina Verstappen, com experiência em segurança de blockchain e sistemas embarcados, foi convidada para realizar uma auditoria completa de segurança do dispositivo e também revisar o contrato inteligente do token BTS.
Carolina recebeu um protótipo no mesmo dia e comprometeu-se a realizar uma análise abrangente de vulnerabilidades, tanto do hardware quanto da infraestrutura do token, com prazo de uma semana para apresentar seu relatório inicial. Sua expertise seria fundamental para garantir a segurança do ecossistema Bitsena como um todo, protegendo tanto os mineradores quanto os detentores do token BTS.
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